"A ilusão exposta
em tanto desalinho..."
(Vitor Ramil)
terça-feira, 7 de dezembro de 2004
CONDENAÇÃO "Oh, amado anjo meu tão alado te criaste que nem ao menos viste: - tuas asas não lhe servem e assim seguirás pela vida respirando ares alheios em teu jardim de flores mortas"
"Oh, imensa lua que brilha
ResponderExcluirtão sedenta de novos ares
e astros a te rodear,
se me destes vida e luz
para que inventastes eclipses
a esconder-te lágrimas?
se não vem ao meu encontro
toma!
devolvo-te tuas asas"
Alexandre Beanes
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